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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Enquanto ainda estava em L'Abri, aproximei-me de outro estudante e exigi que ele explicasse por que se convertera ao cristianismo. O rapaz pálido e magro, com forte sotaque sul-africano, apenas respondeu: "Eles venceram todos os meus argumentos".
Continuei olhando para ele de modo um pouco desdenhoso, esperando algo mais dramático. "Nem sempre é uma experiência emocional", acrescentou com um sorriso apologético. "Só vim para saber defender melhor o cristianismo, mais do que as outras idéias de quando cheguei aqui".
Era a primeira vez que encontrava alguém cuja conversão fora estritamente intelectual, e na ocasião nem me passou pela cabeça que minha conversão seria igual. De volta aos Estados Unidos, enquanto testava as idéias de Schaeffer em sala de aula, também lia as obras de C. S. Lewis, G. K. Chesterton, Os Guinness, James Sire e outros apologistas.
Mas, em meu interior, também tinha a fome de um jovem pela realidade, e certo dia apanhei o livro de David Wilkerson, A Cruz e o Punhal, e o li. Esta era uma história muito emocionante para satisfazer o gosto por drama; histórias de cristãos enfrentando, de modo corajoso, os bairros pobres e testemunhando libertações sobrenaturais de viciados em drogas. Empolgada pela esperança de que talvez Deus fizesse algo igualmente espetacular em minha vida, pedi-lhe naquela noite que, se Ele fosse real, me fizesse algum sinal sobrenatural — prometendo acreditar nEle, caso atendesse ao meu pedido. Pensando que este tipo de coisa funcionasse melhor com uma abordagem agressiva, prometi ficar acordada a noite inteira até que Deus me desse um sinal.
A meia-noite passou, depois uma hora, duas horas, quatro horas... Meus olhos estavam se fechando contra minha vontade, e ainda não ocorrera nenhum sinal espetacular. Por fim, bastante desgostosa por ter me engajado em tal atitude teatral exagerada, abandonei a vigília. E quando o fiz, de repente percebi que estava falando diretamente com Deus sobre as profundezas do meu espírito, sentindo a sua presença de maneira muito íntima. Reconheci que não precisava de sinais e maravilhas externos porque, do fundo do meu coração, tive de admitir (com decepção e pesar) que já estava convencida de que o cristianismo era verdadeiro. Pelas discussões em L'Abri e leituras sobre apologética, percebi que havia argumentos bons e suficientes contra o relativismo moral, o determinismo físico, o subjetivismo epistemológico e muitos outros "ismos" com os quais eu estivera enchendo a cabeça. Como dissera meu amigo sul-africano, todas as minhas idéias foram vencidas. O único passo que restava era reconhecer que eu fora convencida e, depois, entregar minha vida ao Senhor da verdade.
Assim, mais ou menos às 4h30min daquela manhã, admiti, em silêncio, que Deus vencera a discussão.
Nancy Pearcey
In: Verdade Absoluta
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