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terça-feira, 3 de novembro de 2009

No deserto, você recebe o "pão de cada dia", e não a "abundância de riquezas". É um tempo em que nada lhe falta para o suprimento físico e material, mas você não ganha tudo o que quer. Deus sabe do que você precisa para o suprimento espiritual, e nem sempre ele dá o que você acha que precisa!
Quando temos falta de alguma coisa, dizemos: "o Diabo atravessou o meu caminho". O problema é que nossa definição de necessidades e desejos difere da realidade. Achamos que o que queremos é uma "necessidade", quando a realidade é bem outra!
A Igreja tem de aprender o sentido das palavras de Paulo em Filipenses 4:11-13:
"Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de es¬cassez; tudo posso naquele que me fortalece"
Paulo aprendeu que, na força de Cristo, poderia viver alegre na pobreza e na abundância. Entretanto, aqui na América, os crentes pensam diferente! Os que vivem na fartura sentem-se mais infelizes do que aqueles que sofrem necessidades diárias.
Se não possuímos algo do qual podemos nos gabar de que é nosso, achamos que alguma coisa nos "falta". Julgamos a fé de uma pessoa e mensuramos sua espiritualidade por aquilo que ela possui, quando deveríamos atentar para o carácter dela, e não para suas posses. Os israelitas fugiram do Egipto com muita riqueza; ouro, prata e tecidos finíssimos. Contudo, usaram o precioso metal para fazer ídolos no deserto, e os tecidos e jóias, como adorno, para dançar diante deles.
Na realidade, o bem que possuíam não era sinal de santidade! Somente duas pessoas, dentre as milhares que saíram do Egipto com idade acima de 20 anos, tinham o carácter necessário para entrar na terra prometida. Josué e Calebe entraram na terra porque tinham "espírito diferente". Seguiam a Deus de verdade (Nm 14:24)!
John Bevere
In: Vitória no deserto
Quando temos falta de alguma coisa, dizemos: "o Diabo atravessou o meu caminho". O problema é que nossa definição de necessidades e desejos difere da realidade. Achamos que o que queremos é uma "necessidade", quando a realidade é bem outra!
A Igreja tem de aprender o sentido das palavras de Paulo em Filipenses 4:11-13:
"Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de es¬cassez; tudo posso naquele que me fortalece"
Paulo aprendeu que, na força de Cristo, poderia viver alegre na pobreza e na abundância. Entretanto, aqui na América, os crentes pensam diferente! Os que vivem na fartura sentem-se mais infelizes do que aqueles que sofrem necessidades diárias.
Se não possuímos algo do qual podemos nos gabar de que é nosso, achamos que alguma coisa nos "falta". Julgamos a fé de uma pessoa e mensuramos sua espiritualidade por aquilo que ela possui, quando deveríamos atentar para o carácter dela, e não para suas posses. Os israelitas fugiram do Egipto com muita riqueza; ouro, prata e tecidos finíssimos. Contudo, usaram o precioso metal para fazer ídolos no deserto, e os tecidos e jóias, como adorno, para dançar diante deles.
Na realidade, o bem que possuíam não era sinal de santidade! Somente duas pessoas, dentre as milhares que saíram do Egipto com idade acima de 20 anos, tinham o carácter necessário para entrar na terra prometida. Josué e Calebe entraram na terra porque tinham "espírito diferente". Seguiam a Deus de verdade (Nm 14:24)!
John Bevere
In: Vitória no deserto
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Vida Cristã
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4 comentários:
Nossa! os post aqui são muito bom...
Phillipe,
Obrigado pela visita e comentário incentivador.
Soli Deo Gloria
Clóvis
Um dos maiores ensinamentos a respeito da fé, que se comprova através da confiança na soberania de Deus a meu ver é essa assertiva de Paulo: "Posso tudo nAquele que me fortalece". É isto que de fato devemos aprender: esperar em Deus - tanto na fartura como na escassez, como fazia Paulo.
Em Cristo.
Muito bom, Parabéns, Glória a Deus
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